"Não há linha recta, nem nas coisas nem na linguagem." (DELEUZE, 1997)
O quanto a escrita pode ser um refúgio, ou o quanto é? Eu realmente não gosto de escrever, minha paixão é falar (mas até isso é difícil hoje, já que ninguém mais quer conversar).
As palavras, e como elas correm, e o quanto elas expressam claramente ou não, o quanto não podemos ou não conseguimos interpretar, tudo isso me fascina.
Posso não gostar de escrever, mas reconheço a liberdade que a escrita dá, e liberdade é autonomia. E a escrita te deixa ir, te deixa devanear, e o limite mora aí, junto do limite do devaneio.

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